{"id":6446,"date":"2026-10-11T11:44:25","date_gmt":"2026-10-11T14:44:25","guid":{"rendered":"https:\/\/teo.com.br\/noticias\/?p=6446"},"modified":"2026-10-11T11:44:26","modified_gmt":"2026-10-11T14:44:26","slug":"questoes-para-a-segunda-fase-do-exame-da-oab-tributario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teo.com.br\/noticias\/2026\/10\/11\/questoes-para-a-segunda-fase-do-exame-da-oab-tributario\/","title":{"rendered":"Quest\u00f5es para a segunda fase do Exame da OAB &#8211; Tribut\u00e1rio"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com base nos arquivos dos 45 Exames da OAB\/FGV (Direito Tribut\u00e1rio), foi feito o mapeamento completo das quest\u00f5es discursivas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O acervo foi dividido em duas partes:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Teses Repetidas (Quest\u00f5es-Modelo):<\/strong> Apresenta as teses que a FGV mais cobra repetidamente ao longo dos exames, indicando onde reapareceram e trazendo 1 quest\u00e3o-modelo representativa.<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Quest\u00f5es \u00danico-Conceituais (N\u00e3o Repetidas):<\/strong> Re\u00fane todos os demais temas jur\u00eddicos abordados no material.<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todas as quest\u00f5es est\u00e3o formatadas no padr\u00e3o direto solicitado.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\"><strong>PARTE 1: TESES REPETIDAS (QUEST\u00d5ES-MODELO)<\/strong><\/h1>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>TESE REPETIDA 1: Den\u00fancia Espont\u00e2nea em Tributo Declarado em DCTF e Direito \u00e0 CND<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Aonde se repetiu:<\/strong> XIII Exame, XVI Exame (Q2) e XIX Exame (Q1).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Fundamento:<\/strong> S\u00famula 360 do STJ e S\u00famula 446 do STJ.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Quest\u00e3o Modelo:<\/strong> .<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> A empresa Theta S.A. declarou via DCTF a COFINS, mas n\u00e3o pagou no vencimento. Antes de qualquer fiscaliza\u00e7\u00e3o, pagou o principal com juros, excluindo a multa de mora alegando den\u00fancia espont\u00e2nea, e requereu CND.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> \u00c9 correta a exclus\u00e3o da multa morat\u00f3ria com base na den\u00fancia espont\u00e2nea?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> O contribuinte tem direito \u00e0 Certid\u00e3o Negativa de D\u00e9bitos (CND)?<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> O benef\u00edcio da den\u00fancia espont\u00e2nea (Art. 138 do CTN) n\u00e3o se aplica aos tributos sujeitos a lan\u00e7amento por homologa\u00e7\u00e3o quando formalmente declarados e pagos com atraso (S\u00famula 360 do STJ).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> Como o d\u00e9bito foi declarado e pago a menor (sem a multa devida), o cr\u00e9dito continua em aberto, sendo leg\u00edtima a recusa do Fisco em emitir CND ou CPD-EN (S\u00famula 446 do STJ)<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>TESE REPETIDA 2: Responsabilidade do S\u00f3cio\/Diretor x Mero Inadimplemento Tribut\u00e1rio<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Aonde se repetiu:<\/strong> XVII Exame (Q2) e XX Exame Reaplica\u00e7\u00e3o (Q1).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Fundamento:<\/strong> Art. 135 do CTN e S\u00famula 430 do STJ.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Quest\u00e3o Modelo:<\/strong> .<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> A Uni\u00e3o ajuizou execu\u00e7\u00e3o fiscal contra a empresa ABC e incluiu o Diretor Jo\u00e3o na CDA, fundamentando a responsabilidade exclusivamente no n\u00e3o pagamento do Imposto de Renda pela sociedade.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> A inclus\u00e3o do Diretor na CDA com base no mero inadimplemento do tributo est\u00e1 correta?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> Se o nome do Diretor N\u00c3O constasse na CDA, o que a Fazenda precisaria comprovar para redirecionar a execu\u00e7\u00e3o?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> O mero inadimplemento da obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria pela pessoa jur\u00eddica n\u00e3o gera, por si s\u00f3, a responsabilidade pessoal dos s\u00f3cios ou diretores (S\u00famula 430 do STJ).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> A Fazenda P\u00fablica teria que comprovar a pr\u00e1tica de atos com excesso de poderes, infra\u00e7\u00e3o \u00e0 lei, contrato social ou estatuto, ou a dissolu\u00e7\u00e3o irregular da sociedade (Art. 135 do CTN e S\u00famula 435 do STJ).<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>TESE REPETIDA 3: Capacidade Tribut\u00e1ria do Menor x Incapacidade Civil<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Aonde se repetiu:<\/strong> Exame 2010\/2 (Q1), Exame B006112 (Q1) e XVIII Exame (Q2).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Fundamento:<\/strong> Art. 126, I do CTN e Art. 134, I do CTN.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Quest\u00e3o Modelo:<\/strong> .<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Caio, de 10 anos de idade, recebeu por doa\u00e7\u00e3o uma casa de praia. Seus pais apresentaram impugna\u00e7\u00e3o ao lan\u00e7amento do IPTU alegando que o filho n\u00e3o tem capacidade civil e n\u00e3o pode ser contribuinte.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> Caio pode ser considerado contribuinte do IPTU?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> \u00c9 constitucional exigir dep\u00f3sito pr\u00e9vio em dinheiro para admiss\u00e3o de recurso administrativo interposto pelos pais?<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>Sim.<\/strong> A capacidade tribut\u00e1ria passiva independe da capacidade civil das pessoas naturais (Art. 126, inciso I, do CTN).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> \u00c9 inconstitucional a exig\u00eancia de dep\u00f3sito ou arrolamento pr\u00e9vios de dinheiro ou bens para admissibilidade de recurso administrativo (S\u00famula Vinculante 21 do STF).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>TESE REPETIDA 4: Base de C\u00e1lculo de Taxa x Base de C\u00e1lculo de Imposto<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Aonde se repetiu:<\/strong> XVI Exame (Q3) e XVIII Exame (Q3).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Fundamento:<\/strong> Art. 145, \u00a7 2\u00ba da CF e Art. 77, par\u00e1grafo \u00fanico do CTN.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Quest\u00e3o Modelo:&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> A Uni\u00e3o ajuizou execu\u00e7\u00e3o fiscal contra empresa de telecomunica\u00e7\u00f5es para cobrar taxa de fiscaliza\u00e7\u00e3o de orelh\u00f5es, tendo definido como base de c\u00e1lculo o valor de 0,01% sobre a renda bruta da pessoa jur\u00eddica.<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> \u00c9 constitucional a institui\u00e7\u00e3o de taxa cuja base de c\u00e1lculo seja percentual sobre a renda?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> O contribuinte pode interpor embargos \u00e0 execu\u00e7\u00e3o fiscal sem oferecer garantia pr\u00e9via ao ju\u00edzo?<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> A taxa n\u00e3o pode ter base de c\u00e1lculo pr\u00f3pria de imposto (Art. 145, \u00a7 2\u00ba, da CRFB\/88 e Art. 77, par\u00e1grafo \u00fanico, do CTN). A renda \u00e9 base de c\u00e1lculo de imposto (IR).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> Em sede de execu\u00e7\u00e3o fiscal, n\u00e3o s\u00e3o admiss\u00edveis embargos do executado antes de garantida a execu\u00e7\u00e3o por penhora, dep\u00f3sito ou fian\u00e7a (Art. 16, \u00a7 1\u00ba, da Lei 6.830\/80 &#8211; LEF).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>TESE REPETIDA 5: Compet\u00eancia para Definir Prescri\u00e7\u00e3o e Decad\u00eancia Tribut\u00e1ria<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Aonde se repetiu:<\/strong> XIX Exame (Q4) e XX Exame Reaplica\u00e7\u00e3o (Q1).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Fundamento:<\/strong> Art. 146, III, &#8220;b&#8221; da CF e S\u00famula Vinculante 8 do STF.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Quest\u00e3o Modelo:&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> O Munic\u00edpio de Maca\u00e9 editou lei municipal estendendo o prazo de prescri\u00e7\u00e3o da cobran\u00e7a judicial dos cr\u00e9ditos de IPTU de 5 para 6 anos.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> O Munic\u00edpio agiu corretamente ao alterar o prazo prescricional por lei municipal?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> Pode o Poder Executivo atualizar a base de c\u00e1lculo do IPTU por decreto em percentual superior aos \u00edndices oficiais de infla\u00e7\u00e3o?<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> Cabe exclusivamente \u00e0 Uni\u00e3o, por meio de Lei Complementar Federal, estabelecer normas gerais sobre prescri\u00e7\u00e3o e decad\u00eancia tribut\u00e1rias (Art. 146, III, &#8220;b&#8221;, da CRFB\/88).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> \u00c9 vedado ao Munic\u00edpio atualizar o IPTU via decreto em percentual superior ao \u00edndice oficial de corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria, pois configura majora\u00e7\u00e3o sem lei (S\u00famula 160 do STJ e Art. 97, \u00a7 1\u00ba, do CTN).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>TESE REPETIDA 6: Lan\u00e7amento do IPTU e Notifica\u00e7\u00e3o por Carn\u00ea<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Aonde se repetiu:<\/strong> XV Exame (Q4) e XVII Exame (Q4).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Fundamento:<\/strong> S\u00famula 397 do STJ.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Quest\u00e3o Modelo:&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> O Munic\u00edpio enviou \u00e0 Joana, por correio, o carn\u00ea do IPTU de 2014 em 05\/01\/2014, com vencimento em 31\/01\/2014. Diante do inadimplemento, ajuizou execu\u00e7\u00e3o fiscal.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> Em qual momento considera-se constitu\u00eddo o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio do IPTU?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> \u00c9 v\u00e1lida a notifica\u00e7\u00e3o do lan\u00e7amento do tributo mediante a simples remessa do carn\u00ea pelos Correios?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> O cr\u00e9dito tribut\u00e1rio considera-se constitu\u00eddo na data da remessa\/entrega do carn\u00ea do IPTU ao endere\u00e7o do contribuinte (S\u00famula 397 do STJ).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> <strong>Sim.<\/strong> A remessa do carn\u00ea de pagamento do IPTU ao endere\u00e7o do contribuinte \u00e9 ato suficiente e v\u00e1lido para a notifica\u00e7\u00e3o do lan\u00e7amento tribut\u00e1rio.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\"><strong>PARTE 2: QUEST\u00d5ES \u00daNICAS (N\u00c3O REPETIDAS)<\/strong><\/h1>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>1. IPTU x ITR em Im\u00f3vel na Zona Urbana com Destina\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> M\u00e1rio recebeu carn\u00ea de IPTU e cobran\u00e7a de ITR sobre o mesmo im\u00f3vel localizado na zona urbana, mas utilizado para produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\/pecu\u00e1ria.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> Qual a\u00e7\u00e3o judicial resolve o conflito de cobran\u00e7as e quem deve figurar no polo passivo?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> Qual a Justi\u00e7a competente para o julgamento dessa a\u00e7\u00e3o?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> A\u00e7\u00e3o de Consigna\u00e7\u00e3o em Pagamento (Art. 164, III, do CTN), devendo figurar no polo passivo em litiscons\u00f3rcio passivo necess\u00e1rio a Uni\u00e3o e o Munic\u00edpio.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> Justi\u00e7a Federal (Art. 109, I, da CRFB\/88), ante a presen\u00e7a da Uni\u00e3o no litiscons\u00f3rcio.<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>2. ISS sobre Loca\u00e7\u00e3o de Bens M\u00f3veis<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Empresa de loca\u00e7\u00e3o de fitas e DVDs pretende suspender o pagamento do ISS municipal sob a tese de que a loca\u00e7\u00e3o de bens m\u00f3veis n\u00e3o sofre incid\u00eancia do imposto.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> O entendimento da empresa de que n\u00e3o incide ISS sobre a loca\u00e7\u00e3o \u00e9 correto?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> Qual a diferen\u00e7a jur\u00eddica que afasta a incid\u00eancia do imposto?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>Sim.<\/strong> A loca\u00e7\u00e3o de bens m\u00f3veis n\u00e3o sofre incid\u00eancia de ISS.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> O ISS incide apenas sobre obriga\u00e7\u00f5es de fazer (presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os). A loca\u00e7\u00e3o de bens m\u00f3veis \u00e9 obriga\u00e7\u00e3o de dar, extrapolando o conceito constitucional de servi\u00e7o (Art. 110 do CTN e S\u00famula Vinculante 31).<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>3. Altera\u00e7\u00e3o Legisla\u00e7\u00e3o: Al\u00edquota x Multa (Retroatividade Ben\u00e9fica)<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Lei estadual de 2010 reduziu al\u00edquotas de ICMS e multas punitivas. Um contribuinte com autua\u00e7\u00e3o pendente de julgamento administrativo relativa a 2009 requer a aplica\u00e7\u00e3o da nova lei.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> A nova lei pode retroagir para aplicar a al\u00edquota reduzida aos fatos geradores de 2009?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> A nova lei pode retroagir para reduzir o valor da multa aplicada em 2009?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> O lan\u00e7amento reporta-se \u00e0 data da ocorr\u00eancia do fato gerador, regendo-se pela lei ent\u00e3o vigente (<em>tempus regit actum<\/em>, Art. 144 do CTN).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> <strong>Sim.<\/strong> A lei tribut\u00e1ria mais ben\u00e9fica que comine penalidade menos severa retroage em benef\u00edcio do contribuinte para atos n\u00e3o definitivamente julgados (Art. 106, II, &#8220;c&#8221;, do CTN).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>4. ISS para Advogados: Trabalho Pessoal x Honor\u00e1rios<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Lei municipal alterou a cobran\u00e7a do ISS dos advogados, definindo que a base de c\u00e1lculo passaria a ser o pre\u00e7o do servi\u00e7o (honor\u00e1rios recebidos), e n\u00e3o valor fixo.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> \u00c9 legal a cobran\u00e7a do ISS dos advogados calculada sobre o pre\u00e7o do servi\u00e7o?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> Qual a forma legal de tributa\u00e7\u00e3o do ISS sobre o trabalho pessoal?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> \u00c9 ilegal a cobran\u00e7a de ISS com base no pre\u00e7o do servi\u00e7o para o exerc\u00edcio do trabalho pessoal do profissional liberal.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> O ISS prestado sob a forma de trabalho pessoal deve ser calculado por meio de al\u00edquotas fixas ou vari\u00e1veis em fun\u00e7\u00e3o da natureza do servi\u00e7o, e n\u00e3o sobre a remunera\u00e7\u00e3o recebida (Art. 9\u00ba, \u00a7 1\u00ba, do Decreto-Lei 406\/68).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>5. Repeti\u00e7\u00e3o de Ind\u00e9bito \/ Compensa\u00e7\u00e3o (Prazo Quinquenal)<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Empresa de auditoria identificou pagamentos a maior de COFINS efetuados nos anos de 2006 e 2007. A empresa pretende reaver os valores em 2010.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> Qual o prazo que o contribuinte disp\u00f5e para pleitear a restitui\u00e7\u00e3o ou compensa\u00e7\u00e3o do ind\u00e9bito?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> A partir de qual momento se inicia a contagem desse prazo?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> O prazo \u00e9 de 5 (cinco) anos (Art. 168, I, do CTN).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> A contagem do prazo quinquenal inicia-se da data da extin\u00e7\u00e3o do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio, ou seja, da data do pagamento indevido.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>6. Confiss\u00e3o de D\u00edvida \/ Parcelamento por Decad\u00eancia<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> A empresa XYZ aderiu a parcelamento e assinou confiss\u00e3o de d\u00edvida do IR de 2006. Ap\u00f3s a quita\u00e7\u00e3o integral, percebeu que o cr\u00e9dito j\u00e1 estava deca\u00eddo antes do parcelamento.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> \u00c9 poss\u00edvel pleitear a restitui\u00e7\u00e3o dos valores pagos ap\u00f3s a confiss\u00e3o de d\u00edvida?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> A confiss\u00e3o de d\u00edvida restaura cr\u00e9dito tribut\u00e1rio pela decad\u00eancia?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>Sim.<\/strong> \u00c9 poss\u00edvel pleitear a restitui\u00e7\u00e3o dos valores pagos indevidamente (Art. 165, I, do CTN).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> A decad\u00eancia extingue o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio (Art. 156, V, do CTN). O termo de confiss\u00e3o de d\u00edvida n\u00e3o tem o cond\u00e3o de restabelecer cr\u00e9dito j\u00e1 extinto pela decad\u00eancia.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>7. Autonomia das Obriga\u00e7\u00f5es Acess\u00f3rias x Imunidade Tribut\u00e1ria<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Escola sem fins lucrativos (imune) foi autuada por n\u00e3o manter livro de registro de ISS. Em defesa, alegou dispensabilidade da obriga\u00e7\u00e3o por gozar de imunidade constitucional do imposto.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> A imunidade da obriga\u00e7\u00e3o principal exonera a entidade imune do cumprimento de obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> Qual a natureza jur\u00eddica da obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria acess\u00f3ria perante a principal?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> A imunidade tribut\u00e1ria alcan\u00e7a t\u00e3o somente as obriga\u00e7\u00f5es principais (pagar o tributo), n\u00e3o dispensando o cumprimento das obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias (Art. 175, par\u00e1grafo \u00fanico, do CTN).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> A obriga\u00e7\u00e3o acess\u00f3ria \u00e9 aut\u00f4noma em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 principal, derivando da legisla\u00e7\u00e3o no interesse da arrecada\u00e7\u00e3o e fiscaliza\u00e7\u00e3o (Art. 113, \u00a7 2\u00ba, do CTN).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>8. Medida Provis\u00f3ria e Reservas de Lei Complementar \/ Compet\u00eancia do IPVA<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> O Presidente da Rep\u00fablica editou Medida Provis\u00f3ria estabelecendo normas gerais sobre o IPVA (fato gerador, base de c\u00e1lculo e contribuintes).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> \u00c9 constitucional veicular normas gerais tribut\u00e1rias por meio de Medida Provis\u00f3ria?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> Na aus\u00eancia de lei federal de normas gerais, os Estados podem legislar plenamente sobre o IPVA?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> Normas gerais em mat\u00e9ria tribut\u00e1ria exigem Lei Complementar (Art. 146, III, &#8220;a&#8221;, da CF), sendo vedada a edi\u00e7\u00e3o de MP sobre mat\u00e9ria reservada a LC (Art. 62, \u00a7 1\u00ba, III, da CF).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> <strong>Sim.<\/strong> Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercem a compet\u00eancia legislativa plena no \u00e2mbito da compet\u00eancia concorrente (Art. 24, \u00a7 3\u00ba, da CF).<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>9. ITBI na Arremata\u00e7\u00e3o em Hasta P\u00fablica e Princ\u00edpios da Anterioridade<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Im\u00f3vel arrematado em hasta p\u00fablica em mar\u00e7o com ITBI pago antecipadamente. Em novembro, o Munic\u00edpio majora a al\u00edquota e cobra a diferen\u00e7a.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> O ITBI \u00e9 devido ao Munic\u00edpio onde o im\u00f3vel se localiza?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> Procede a cobran\u00e7a da diferen\u00e7a de ITBI decorrente do aumento de al\u00edquota no mesmo ano?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>Sim.<\/strong> Compete ao Munic\u00edpio da situa\u00e7\u00e3o do bem a cobran\u00e7a do ITBI (Art. 156, \u00a7 2\u00ba, II, da CRFB\/88).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> A cobran\u00e7a viola o princ\u00edpio da irretroatividade (Art. 150, III, &#8220;a&#8221;) e os princ\u00edpios da anterioridade do exerc\u00edcio e nonagesimal (Art. 150, III, &#8220;b&#8221; e &#8220;c&#8221;, da CRFB\/88).<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>10. Juros de Mora na Repeti\u00e7\u00e3o de Ind\u00e9bito (Estadual x Federal)<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Em a\u00e7\u00e3o de repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bito de tributo estadual julgada procedente, o juiz fixou juros de mora de 1% ao m\u00eas a partir do tr\u00e2nsito em julgado.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> O contribuinte tem raz\u00e3o ao pedir a incid\u00eancia dos juros desde a data do pagamento indevido?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> Se o tributo fosse federal, qual seria a taxa de juros e o termo inicial de incid\u00eancia?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> Na repeti\u00e7\u00e3o de ind\u00e9bito de tributos estaduais\/municipais (sem lei local diversa), os juros morat\u00f3rios fluem a partir do tr\u00e2nsito em julgado da decis\u00e3o (Art. 167, par\u00e1grafo \u00fanico, do CTN e S\u00famula 188 do STJ).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> Tratando-se de tributo federal, incide a taxa SELIC desde a data do pagamento indevido (Art. 39, \u00a7 4\u00ba, da Lei 9.250\/95).<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>11. Fraude \u00e0 Execu\u00e7\u00e3o Fiscal x Inscri\u00e7\u00e3o em D\u00edvida Ativa<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> T\u00edcio vendeu im\u00f3vel em 2001. A Fazenda inscreveu o d\u00e9bito de IR em d\u00edvida ativa em 2002 e ajuizou execu\u00e7\u00e3o em 2007, pedindo a penhora do bem alienado por fraude.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> A aliena\u00e7\u00e3o do im\u00f3vel feita em 2001 configura fraude \u00e0 execu\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> Qual a principal tese de defesa em favor do executado quanto ao cr\u00e9dito?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> A presun\u00e7\u00e3o absoluta de fraude \u00e0 execu\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria s\u00f3 ocorre quando a aliena\u00e7\u00e3o do bem \u00e9 realizada ap\u00f3s a regular inscri\u00e7\u00e3o do cr\u00e9dito em D\u00edvida Ativa (Art. 185 do CTN).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> A ocorr\u00eancia da prescri\u00e7\u00e3o quinquenal da pretens\u00e3o executiva, ocorrida entre a constitui\u00e7\u00e3o definitiva (2000) e o ajuizamento da execu\u00e7\u00e3o (2007) (Art. 174 do CTN).<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>12. Contribui\u00e7\u00e3o de Melhoria: Ente Competente e Base de C\u00e1lculo<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> O Munic\u00edpio XYZ instituiu tributo cobrando o custo da obra realizada pelo Estado Alfa que gerou valoriza\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria em seu territ\u00f3rio.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> Qual a esp\u00e9cie tribut\u00e1ria e quem tem compet\u00eancia para institu\u00ed-la?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> O custo total da obra pode ser utilizado como a base de c\u00e1lculo individual do tributo?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> Contribui\u00e7\u00e3o de melhoria (Art. 145, III, da CF). A compet\u00eancia \u00e9 exclusivamente do ente p\u00fablico que executou a obra (Estado Alfa).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> A base de c\u00e1lculo da contribui\u00e7\u00e3o de melhoria \u00e9 o valor da efetiva valoriza\u00e7\u00e3o individual experimentada por cada im\u00f3vel. O custo da obra atua apenas como limite global de arrecada\u00e7\u00e3o (Art. 81 do CTN).<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>13. A\u00e7\u00e3o Judicial x Recurso Administrativo<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Empresa autuada por d\u00e9bito de COFINS ajuizou A\u00e7\u00e3o Anulat\u00f3ria para desconstituir o auto de infra\u00e7\u00e3o e simultaneamente apresentou defesa administrativa.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> \u00c9 cab\u00edvel a manuten\u00e7\u00e3o concomitante do recurso na esfera administrativa e da a\u00e7\u00e3o anulat\u00f3ria na via judicial?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> Qual a consequ\u00eancia processual do ajuizamento da a\u00e7\u00e3o anulat\u00f3ria sobre a via administrativa?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> A propositura de a\u00e7\u00e3o judicial relativa ao mesmo d\u00e9bito importa em ren\u00fancia ao direito de recorrer na esfera administrativa e em desist\u00eancia do recurso porventura interposto (Art. 38, par\u00e1grafo \u00fanico, da Lei 6.830\/80).<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>14. Al\u00edquotas do IPI por Decreto x Anterioridade Nonagesimal<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Decreto executivo publicado em 23\/12\/2013 aumentou a al\u00edquota do IPI para autom\u00f3veis com efic\u00e1cia imediata.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> O aumento de al\u00edquota do IPI via Decreto viola o princ\u00edpio da legalidade tribut\u00e1ria?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> O aumento da al\u00edquota do IPI deve respeitar a anterioridade nonagesimal (noventena)?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> \u00c9 facultado ao Poder Executivo alterar as al\u00edquotas do IPI por decreto, atendidas as condi\u00e7\u00f5es e limites da lei (Art. 153, \u00a7 1\u00ba, da CRFB\/88).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> <strong>Sim.<\/strong> O IPI \u00e9 exce\u00e7\u00e3o \u00e0 anterioridade anual, mas submete-se obrigatoriamente \u00e0 anterioridade nonagesimal (Art. 150, III, &#8220;c&#8221;, da CRFB\/88).<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>15. Taxa Inc\u00eandio: Elementos da Base de C\u00e1lculo e Cl\u00e1usula de Loca\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Taxa de inc\u00eandio calculada com base na \u00e1rea do im\u00f3vel. O propriet\u00e1rio Jo\u00e3o alega que o contrato de loca\u00e7\u00e3o atribu\u00eda o pagamento ao locat\u00e1rio.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> \u00c9 constitucional calcular a taxa de inc\u00eandio utilizando a \u00e1rea do im\u00f3vel (elemento da BC do IPTU)?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> O contrato de loca\u00e7\u00e3o registrado transfere a sujei\u00e7\u00e3o passiva do tributo perante o Fisco?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>Sim.<\/strong> \u00c9 constitucional a utiliza\u00e7\u00e3o de um ou mais elementos da base de c\u00e1lculo de imposto no c\u00e1lculo de taxa, desde que n\u00e3o haja integral identidade entre as bases (S\u00famula Vinculante 29).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> Conven\u00e7\u00f5es particulares relativas \u00e0 responsabilidade pelo pagamento de tributos n\u00e3o podem ser opostas \u00e0 Fazenda P\u00fablica para modificar a defini\u00e7\u00e3o legal do sujeito passivo (Art. 123 do CTN).<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>16. Imunidade do IPTU para Im\u00f3veis Alugados a Terceiros<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Im\u00f3vel pertencente a institui\u00e7\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos est\u00e1 alugado a terceiros, sendo a renda integralmente aplicada nas suas atividades essenciais. O Munic\u00edpio cobrou IPTU.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> Est\u00e1 correta a cobran\u00e7a do IPTU sobre o im\u00f3vel alugado a terceiros?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> Qual o requisito constitucional para manter a imunidade?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> A cobran\u00e7a \u00e9 indevida.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> O im\u00f3vel pertencente a entidade imune mant\u00e9m a imunidade ao IPTU mesmo alugado a terceiros, desde que o valor dos alugu\u00e9is seja revertido nas atividades essenciais da institui\u00e7\u00e3o (S\u00famula Vinculante 52 do STF).<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>17. Contribui\u00e7\u00f5es dos Servidores Estaduais (Previd\u00eancia x Sa\u00fade)<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Estado Alfa instituiu contribui\u00e7\u00e3o compuls\u00f3ria de 10% para o regime previdenci\u00e1rio pr\u00f3prio e outra de 1\/60 da remunera\u00e7\u00e3o para custeio de assist\u00eancia \u00e0 sa\u00fade dos servidores.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> \u00c9 v\u00e1lida a contribui\u00e7\u00e3o compuls\u00f3ria estadual para o regime de previd\u00eancia pr\u00f3pria dos servidores?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> \u00c9 v\u00e1lida a institui\u00e7\u00e3o de contribui\u00e7\u00e3o compuls\u00f3ria estadual para assist\u00eancia \u00e0 sa\u00fade dos servidores?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>Sim.<\/strong> Os Estados podem instituir contribui\u00e7\u00e3o para o custeio do regime previdenci\u00e1rio de seus servidores (Art. 149, \u00a7 1\u00ba, da CRFB\/88).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> \u00c9 inconstitucional a institui\u00e7\u00e3o pelos Estados de contribui\u00e7\u00e3o compuls\u00f3ria destinada a custear assist\u00eancia \u00e0 sa\u00fade, cuja ades\u00e3o s\u00f3 pode ser facultativa.<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>18. Ordem dos Cr\u00e9ditos na Fal\u00eancia e Execu\u00e7\u00e3o Fiscal<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Na fal\u00eancia da empresa W, a Uni\u00e3o alegou que o cr\u00e9dito de IRPJ prefere aos cr\u00e9ditos extraconcursais e requereu o prosseguimento da execu\u00e7\u00e3o fiscal de forma aut\u00f4noma.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> O cr\u00e9dito tribut\u00e1rio prefere aos cr\u00e9ditos extraconcursais na fal\u00eancia?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> A execu\u00e7\u00e3o fiscal pode prosseguir sem se submeter ao ju\u00edzo universal da fal\u00eancia?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> Na fal\u00eancia, o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio n\u00e3o prefere aos cr\u00e9ditos extraconcursais nem aos cr\u00e9ditos com garantia real (Art. 186, par\u00e1grafo \u00fanico, I, do CTN e Art. 84 da Lei 11.101\/05).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> <strong>Sim.<\/strong> A cobran\u00e7a judicial do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio por execu\u00e7\u00e3o fiscal n\u00e3o se submete a concurso de credores nem ao ju\u00edzo universal da fal\u00eancia (Art. 187 do CTN e Art. 5\u00ba da LEF).<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>19. Imposto de Renda Verbas Rescis\u00f3rias e Gratifica\u00e7\u00e3o Volunt\u00e1ria<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Na rescis\u00e3o trabalhista de Alberto, a empresa pagou os dias trabalhados e uma gratifica\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria por liberalidade (3 sal\u00e1rios).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> Incide Imposto de Renda sobre a remunera\u00e7\u00e3o proporcional aos dias trabalhados?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> Incide Imposto de Renda sobre a gratifica\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria paga por mera liberalidade do empregador?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>Sim.<\/strong> A remunera\u00e7\u00e3o por dias trabalhados constitui acr\u00e9scimo patrimonial decorrente do trabalho (Art. 43, I, do CTN).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> <strong>Sim.<\/strong> A gratifica\u00e7\u00e3o por mera liberalidade configura acr\u00e9scimo patrimonial, sendo irrelevante a denomina\u00e7\u00e3o dada para afastar a incid\u00eancia do IR (Art. 43, \u00a7 1\u00ba, do CTN e S\u00famula 463 do STJ).<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>20. Responsabilidade na Aliena\u00e7\u00e3o do Fundo de Com\u00e9rcio&nbsp;<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Empresa Beta comprou estabelecimento da empresa Delta. Tr\u00eas meses depois, Delta voltou a atuar no mesmo ramo. O Fisco cobrou de Beta a totalidade dos d\u00e9bitos anteriores de ICMS.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> Est\u00e1 correto o Fisco exigir responsabilidade integral de Beta pelos d\u00e9bitos anteriores?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> Na aus\u00eancia de indica\u00e7\u00e3o do contribuinte, qual o local do domic\u00edlio tribut\u00e1rio da pessoa jur\u00eddica?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> A responsabilidade do adquirente \u00e9 subsidi\u00e1ria com o alienante quando este retornar \u00e0 explora\u00e7\u00e3o do mesmo ramo de atividade em at\u00e9 6 meses da aliena\u00e7\u00e3o (Art. 133, II, do CTN).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> Na falta de elei\u00e7\u00e3o, considera-se domic\u00edlio tribut\u00e1rio a sede da pessoa jur\u00eddica ou o lugar de cada estabelecimento quanto aos atos\/fatos geradores praticados (Art. 127, II, do CTN).<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>21. Den\u00fancia Espont\u00e2nea de Tributo N\u00c3O Declarado<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Empresa pagou IRPJ referente a 2012 n\u00e3o declarado anteriormente, com juros de mora, antes de qualquer fiscaliza\u00e7\u00e3o. O Fisco cobrou multa sancionat\u00f3ria.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> \u00c9 cab\u00edvel a cobran\u00e7a da multa sancionat\u00f3ria sobre o d\u00e9bito pago extemporaneamente?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> Em 2015, o Fisco pode efetuar o lan\u00e7amento de oficio de IRPJ do ano-calend\u00e1rio 2008 n\u00e3o declarado?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> O pagamento integral do tributo n\u00e3o declarado acompanhado dos juros de mora antes de qualquer procedimento fiscal configura den\u00fancia espont\u00e2nea, excluindo a multa (Art. 138 do CTN).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> O direito do Fisco de constituir o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio do ano de 2008 foi atingido pela decad\u00eancia quinquenal em 31\/12\/2013 (Art. 173, I, do CTN).<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>22. ISS no Servi\u00e7o de Jardinagem e Suspens\u00e3o na A\u00e7\u00e3o Consignat\u00f3ria<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Empresa com sede no Munic\u00edpio A prestou servi\u00e7os de jardinagem no Munic\u00edpio C e foi cobrada por ambos. Ajuizou consigna\u00e7\u00e3o em pagamento depositando o montante integral.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> A qual Munic\u00edpio o ISS \u00e9 devido?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> Os Munic\u00edpios podem ajuizar execu\u00e7\u00e3o fiscal durante a a\u00e7\u00e3o consignat\u00f3ria com dep\u00f3sito integral?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> O ISS \u00e9 devido ao <strong>Munic\u00edpio C<\/strong> (local da execu\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o), por se tratar de exce\u00e7\u00e3o \u00e0 regra geral do domic\u00edlio do prestador (Art. 3\u00ba, VIII, da LC 116\/2003).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> O dep\u00f3sito do montante integral na consignat\u00f3ria suspende a exigibilidade do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio, impedindo a propositura de execu\u00e7\u00e3o fiscal (Art. 151, II, do CTN).<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>23. Contribui\u00e7\u00e3o de Ilumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica (COSIP\/CIP)<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Lei municipal instituiu contribui\u00e7\u00e3o para custeio de ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica. Contribuinte alega que apenas a Uni\u00e3o tem compet\u00eancia para contribui\u00e7\u00f5es e exige Lei Complementar.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> O Munic\u00edpio possui compet\u00eancia para instituir contribui\u00e7\u00e3o para o custeio da ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> Exige-se Lei Complementar para defini\u00e7\u00e3o da base de c\u00e1lculo e contribuintes da COSIP?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>Sim.<\/strong> Os Munic\u00edpios e o Distrito Federal t\u00eam compet\u00eancia constitucional para instituir a COSIP (Art. 149-A da CRFB\/88).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> A reserva de lei complementar atinge as normas gerais de impostos (Art. 146, III, &#8220;a&#8221;). A COSIP pode ter seus elementos definidos por lei ordin\u00e1ria municipal.<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>24. Conceito de Tributo x San\u00e7\u00e3o por Ato Il\u00edcito<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Munic\u00edpio criou imposto cujo fato gerador era o ato de poluir o meio ambiente e a base de c\u00e1lculo a quantidade de lixo produzida.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> O fato gerador de um imposto pode consistir na pr\u00e1tica do ato de poluir o meio ambiente?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> O Munic\u00edpio possui compet\u00eancia para criar um novo imposto <strong>n\u00e3o previsto na Constitui\u00e7\u00e3o<\/strong>?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> O tributo \u00e9 presta\u00e7\u00e3o pecuni\u00e1ria compuls\u00f3ria que <strong>n\u00e3o constitua san\u00e7\u00e3o de ato il\u00edcito<\/strong> (Art. 3\u00ba do CTN). A polui\u00e7\u00e3o \u00e9 il\u00edcito ambiental e deve ser punida com multa, n\u00e3o com imposto.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> A compet\u00eancia tribut\u00e1ria residual para institui\u00e7\u00e3o de novos impostos \u00e9 privativa da Uni\u00e3o, mediante Lei Complementar (Art. 154, I, da CRFB\/88).<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>25. Imposto de Renda sobre Indeniza\u00e7\u00e3o por Danos Morais<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Pessoa f\u00edsica recebeu R$ 15.000,00 a t\u00edtulo de indeniza\u00e7\u00e3o judicial por danos morais. A Receita Federal lavrou auto de infra\u00e7\u00e3o cobrando Imposto de Renda sobre a quantia.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> A verba recebida a t\u00edtulo de indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais est\u00e1 sujeita ao Imposto de Renda?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> A apresenta\u00e7\u00e3o de impugna\u00e7\u00e3o administrativa garante o direito \u00e0 certid\u00e3o de regularidade fiscal?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> A indeniza\u00e7\u00e3o destina-se a reparar uma les\u00e3o, n\u00e3o configurando acr\u00e9scimo patrimonial ou aquisi\u00e7\u00e3o de disponibilidade econ\u00f4mica (Art. 43 do CTN e S\u00famula 498 do STJ).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> <strong>Sim.<\/strong> As reclama\u00e7\u00f5es e recursos no processo administrativo tribut\u00e1rio suspendem a exigibilidade do cr\u00e9dito (Art. 151, III), garantindo a emiss\u00e3o de Certid\u00e3o Positiva com Efeitos de Negativa (Art. 206 do CTN).<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>26. ICMS sobre TV a Cabo x Provedor de Internet<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Estado ajuizou execu\u00e7\u00e3o fiscal de ICMS cobrando tributo sobre: (1) transmiss\u00e3o de TV a cabo e (2) servi\u00e7o de provedor de acesso \u00e0 Internet.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> O ICMS incide sobre o servi\u00e7o de TV a cabo e sobre o servi\u00e7o de provedor de acesso \u00e0 internet?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> \u00c9 direito do executado requerer a substitui\u00e7\u00e3o da penhora de im\u00f3vel por fian\u00e7a banc\u00e1ria?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> O ICMS <strong>incide<\/strong> sobre a TV a cabo por constituir servi\u00e7o de comunica\u00e7\u00e3o (Art. 2\u00ba da LC 87\/96), mas <strong>N\u00c3O incide<\/strong> sobre provedor de internet, que \u00e9 servi\u00e7o de valor adicionado (S\u00famula 334 do STJ).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> <strong>Sim.<\/strong> A substitui\u00e7\u00e3o da penhora por fian\u00e7a banc\u00e1ria ou seguro garantia \u00e9 direito subjetivo do executado em qualquer fase do processo (Art. 15, I, da LEF e Art. 835, \u00a7 2\u00ba, do CPC).<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>27. Al\u00edquotas do IPVA pela Origem do Ve\u00edculo<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A) Enunciado:<\/strong> Lei estadual estabeleceu al\u00edquota de IPVA maior para ve\u00edculos importados do que para ve\u00edculos nacionais. O juiz exigiu dep\u00f3sito judicial como condi\u00e7\u00e3o para receber a a\u00e7\u00e3o anulat\u00f3ria.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>B) Pergunta A:<\/strong> \u00c9 constitucional a diferencia\u00e7\u00e3o da al\u00edquota do IPVA em raz\u00e3o da origem nacional ou importada do ve\u00edculo?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C) Pergunta B:<\/strong> O juiz pode condicionar o processamento da a\u00e7\u00e3o judicial ao dep\u00f3sito pr\u00e9vio do montante discutido?<\/li>\n\n\n\n<li><strong>d) Resposta A:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> As al\u00edquotas do IPVA s\u00f3 podem ser diferenciadas em fun\u00e7\u00e3o do <strong>tipo e da utiliza\u00e7\u00e3o<\/strong> do ve\u00edculo (Art. 155, \u00a7 6\u00ba, II, da CRFB\/88).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>e) Resposta B:<\/strong> <strong>N\u00e3o.<\/strong> \u00c9 inconstitucional a exig\u00eancia de dep\u00f3sito pr\u00e9vio como requisito de admissibilidade de a\u00e7\u00e3o judicial na qual se pretenda discutir a exigibilidade de cr\u00e9dito tribut\u00e1rio (S\u00famula Vinculante 28 do STF).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com base nos arquivos dos 45 Exames da OAB\/FGV (Direito Tribut\u00e1rio), foi feito o mapeamento completo das quest\u00f5es discursivas. 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