O novo papel do responsável pela privacidade nas empresas: DPO – Encarregado de Proteção de Dados

Hoje em dia, tudo gira em torno de dados. Cada clique, cada cadastro, cada compra online deixa rastros que valem muito para as empresas. Só que junto com esse poder vem também uma grande responsabilidade: cuidar da privacidade das pessoas.

É aí que entra uma figura que vem ganhando destaque: o responsável pela privacidade – ou, no termo oficial da LGPD, o Encarregado pelo Tratamento de Dados Pessoais (DPO).

Muita gente pensa que o DPO existe só para “cumprir a lei” e evitar multas. Mas a verdade é que o papel dele vai muito além disso. Esse profissional ajuda a empresa a mudar sua cultura, trazer mais ética no uso das informações e fortalecer a confiança com clientes e parceiros.


De burocrata a parceiro estratégico

Antes, o DPO era visto quase como um “policial interno”, aquele que dizia “não pode” e travava projetos para evitar riscos legais. Hoje, o cenário é outro.
Ele se tornou um estrategista, alguém que participa desde o começo das decisões, ajudando a criar soluções seguras, inovadoras e sustentáveis.

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Onde o DPO faz diferença na prática?

Esse profissional atua em várias frentes:

  • Participa da criação de novos produtos digitais.
  • Avalia fornecedores e parceiros que lidam com dados.
  • Garante segurança em campanhas de marketing baseadas em comportamento de usuários.
  • Ajuda em fusões e aquisições que envolvem ativos digitais.
  • Contribui para políticas de cibersegurança e para decisões estratégicas da empresa.

Ou seja: não é só “controlar risco”, mas também gerar valor usando dados de forma ética e transparente.


Privacidade como diferencial competitivo

Num mercado cheio de desconfiança, quem mostra respeito pelos dados sai na frente.
Privacidade não é mais um “custo de conformidade”: é um ativo estratégico que fortalece a marca, atrai clientes e protege a reputação.

Quando o DPO faz bem o seu trabalho, ele cria uma cultura interna de proteção de dados que vai muito além de checklists. É isso que constrói a confiança digital – algo tão valioso quanto qualidade de produto ou atendimento.


O DPO como tradutor entre mundos

Esse papel exige um perfil híbrido. O DPO precisa:

  • Entender tecnologia (como os dados são coletados, armazenados e processados).
  • Conhecer leis e regulamentos (LGPD, GDPR e outros).
  • Falar a linguagem dos negócios, para se conectar com a liderança e os clientes.

Na prática, ele é um tradutor entre TI, jurídico e áreas de negócio – alguém que explica riscos e soluções de forma clara, sem travar a inovação.


E no futuro?

Com o avanço da inteligência artificial e o uso cada vez maior de dados sensíveis, o DPO ganha ainda mais relevância. Ele será peça-chave para garantir que algoritmos não discriminem pessoas, que os dados usados sejam realmente necessários e que haja transparência nas decisões automatizadas.


Conclusão

O responsável pela privacidade não é mais um coadjuvante. Ele é protagonista em um cenário onde confiança virou moeda rara e valiosa.

Não basta apenas “cumprir a LGPD”. É preciso mostrar respeito real pelos dados, criar uma cultura viva de proteção e transformar privacidade em vantagem competitiva.

Em resumo: privacidade não é obstáculo, é oportunidade.
E o DPO bem posicionado é o líder que ajuda sua empresa a trilhar esse caminho com segurança e credibilidade.

Regularize sua operação, proteja seus dados e fortaleça seu negócio. Contrate um DPO.

Link do DPO – Téo Costa

Fone: (11) 9.1356-0000
email: teo.costa.corp(@)gmail.com